Halcyon
ㅤㅤ I'm one of one, I'm number one, I'm the only one
ㅤDon't even waste your time trying to compete with me
ㅤㅤㅤㅤ 𝓤𝓷𝓲𝓺𝓾𝓮, 𝓽𝓱𝓪𝓽'𝓼 𝔀𝓱𝓪𝓽 𝔂𝓸𝓾 𝓪𝓻𝓮 ‹𝟹
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₊⊹ "You know what they say, cowboy. Easy come, easy go." ₊⊹
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𝙎𝙚𝙚 𝙔𝙤𝙪, 𝙎𝙥𝙖𝙘𝙚 𝘾𝙤𝙬𝙗𝙤𝙮... 💥
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ONW MO DEUS DO CÉU QUE COISINHA MAIS FOFAAAAAAAA!!! 🥺🐶
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O que mais me chamou a atenção nesse jogo foi a história. Eu acho muito legal esse enredo de revolta popular contra um ditador e toda essa dinâmica que, querendo ou não, acaba não fugindo muito do que a gente vê por aí. Gosto que você tenha a opção de poder jogar com um protagonista feminino e acho que, diferente de outros jogos da franquia (exceto o Far Cry Primal, mas posso estar enganado), é muito interessante esse conceito de você ir criando as suas armas, montando peça por peça, principalmente por utilizar materiais não-convencionais.
Então, nesses pontos o jogo acerta bastante e, no geral, a dinâmica é semelhante à dos demais jogos. Agora, há alguns pontos que, particularmente, são bastante insuficientes. Os diálogos são rasos; mesmo quando ocorre a morte da Carla Garcia, que é uma personagem fundamental dessa história, isso não impacta em nada. Você não vê ninguém genuinamente abalado pela morte dela, e isso é extremamente decepcionante.
Outra coisa que me deixa muito incomodado nesse jogo é o final. Giancarlo Esposito como Antón Castillo, cara brabo que escolheram para ser o vilão do jogo, causa as maiores atrocidades ao longo de toda a história, como de fato tem que ser, já que ele é o vilão. No desfecho, você descobre que ele está com uma doença terminal e, no final, ele mata o filho e tira a própria vida.
Assim, é compreensível, porque temos relatos na história de ditadores que foram depostos e optaram por esse "final" para não se "rebaixar" à situação de perdedor. Mas aqui a gente está falando de um jogo. Então, mesmo que eles quisessem dar esse desfecho para a luta, poxa, que tivesse um final alternativo em que pelo menos o garoto saísse vivo, ou que houvesse esse desfecho, mas precisava ter uma luta contra o boss final.
Acaba sendo tão anticlimático quanto em Far Cry 3, em que você tem o Vaas sendo muito mais relevante (e lembrado) do que o boss final. Fora esses pontos, eu acho as missões da Lola extremamente chatas, porque são todas iguais, e o fato de eles colocarem o personagem em 3D dentro do acampamento é, no mínimo, curioso. No final, ele não deixa de ser um bom jogo, mas definitivamente tinha muito potencial para ser um jogo bem melhor. PS: que boneco patético para nadar. Nunca vi um personagem de jogo de ação que não consegue ficar alguns segundos embaixo d'água.
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