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Recent reviews by Haleckson Henrick

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598.8 hrs on record (70.6 hrs at review time)
Pretty fun
Posted June 12, 2023.
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86.9 hrs on record (15.4 hrs at review time)
Viciante e divertido
Posted March 30, 2023.
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26.9 hrs on record
Jogo bonito, fluido e com otimo encerramento.
Posted March 25, 2023.
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391.0 hrs on record (364.9 hrs at review time)
Its Skyrim, so its a ♥♥♥♥♥♥♥ bugged awesome game.
Posted September 12, 2021.
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144.7 hrs on record (97.3 hrs at review time)
Uma versão mais acessivel e bem refinada, único ponto negativa é o sistema online retrógrado.
Posted May 13, 2021.
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39.2 hrs on record (38.4 hrs at review time)
Rogue like muito divertido, ambientação e trilha sonora de primeira, e cada membro da familia me faz querer saber mais sobre o cenario.
Posted April 8, 2021. Last edited November 24, 2021.
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34.4 hrs on record
Com fortes inspirações em Zelda e God of War, Darksiders tornou-se um dos clássicos do gênero Hack’n Slash, com fortes elementos de RPG e aventura.

- Gráficos
Mesmo que antigo, os gráficos são belíssimos, com um estilo artístico que lembram HQ’s, ou franquias como Warcraft, o protagonista por sinal lembra muito o famoso Arthas/Lich King. A atmosfera apocalíptica e violenta, cenários variados, de desertos a esgotos, a equipe de arte caprichou nesse jogo, e mesmo que seja evidente as muitas inspirações que deram origem ao jogo, Darksiders consegue ter uma personalidade própria.

- Gameplay
Semelhante a Zelda Ocarina of Time, você vai explorando mapas e conseguindo itens que ajudam a abrir novas áreas e novos caminhos. O combate consiste em um botão para a arma principal de War, Chaoseater, outro para a arma secundaria que pode ser uma foice ou uma manopla e por fim outro botão para um item secundário como pistolas ou uma espécie de “shuriken”. Consistindo em combos básicos, o core do gameplay se baseia em usar bem suas armas, esquivar e bloquear na hora correta, tornando bem divertido o combate, ainda que as coisas se compliquem bastante quando tem vários inimigos na tela.

- Som
A trilha sonora épica combina bem com a proposta do jogo, com uma OST bem marcante, o porém fica quanto as cutscenes, War tem uma boa dublagem, porem não é o mesmo para todos os outros personagens, além da mixagem de som em algumas cenas causarem certa estranheza.

- Conclusão
Darksiders não trás nada de inovador, e é evidente ser um retalho de inspirações, porém executa-os de forma muito competente, tornando-o um jogo extremamente divertido, que dura umas 12h ou mais dependendo do seu interesse em explora-lo.
Posted March 22, 2020.
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105.2 hrs on record (79.4 hrs at review time)
Pillars nasceu de um “crowdfunding” feito por um ótimo estúdio chamado Obsidian, que vendo a falta de CRPG(Computer Role Playing Game) no mercado, resolveu com o apoio de seus fãs, trazer de volta os tempos de Baldur’s Gate e outros títulos do gênero.

- Gráficos
A ambientação de PoE é belíssima, e é perceptível a atenção que os desenvolvedores tiveram aos detalhes, o mesmo porém não por ser dito aos modelos dos personagens, com um 3D bem fraco, e muitas vezes descaracterizado em comparação as artes mostradas no retrato, e o mesmo vale para os wallpapers das telas de loading, os quais não tem o mesmo capricho que outras áreas do jogo.

- Gameplay
O jogo tem foco de três pontos, narrativa, combate e exploração. Você não evolui com os combates, e sim com exploração e compleição de bestiário, então saber se uma luta é necessária ou não, vai do jogador. O combate se dá em tempo real, com a opção de pausa para definir sua estratégia, podendo delegar ações para cada personagem da sua party. E por último temos a narrativa, ponto importantíssimo para um RPG, no qual suas escolhas em muitas das missões vão impactar o final do seu jogo. O gameplay por si é bem divertido para quem gosta de um bom RPG imersivo, porem há um grave defeito, principalmente para quem não dispõe de um SSD, que são os constantes e demorados loadings, onde a cada área que você entra é um loading diferente, por muitas vezes me vi gastando mais tempo em telas de carregamento do que realmente jogando enquanto estava no estágio final de uma quest, precisando apenas entrega-la. Também é importante frisar que não há localização em Português do Brasil, sendo assim necessária um bom nível de inglês, devido aos imenso e frequentes diálogos, porém um grupo de fãs fez a tradução do jogo base, o que pode ajudar e muito novos jogadores que não tem um bom domínio do idioma bretão.

- Som
PoE tem uma OST típica de jogo medieval que casa bem com o cenário no qual o jogador se encontra, como a ambientação nas cavernas, ou a animada musica das tavernas, além da excelente trilha inicial. Os combates também tem uma boa coleção de sons, e ouvir os cânticos dos magos demonstra o quão perigoso eles podem ser, dando uma imersão interessante. Competente, mas não tanto marcante, a trilha sonora é suficiente para manter a boa qualidade do jogo.

- Conclusão
Sempre tive curiosidade de jogar um CRPG até o fim, e minha experiencia com PoE me fez querer aprofundar no gênero e explorar cada vez mais nas incríveis narrativas disponíveis. Trata-se de um excelente jogo, com suas limitações, mas que cumpre muito bem o que promete, e é uma boa pedida para qualquer fã de RPG e histórias imersivas. Minhaa únicas ressalvas, na minha experiencia de jogo, foram as telas de loadings, que por vezes me fizeram ter preguiça de abrir o jogo, e a falta do idioma Português do Brasil, não por mim, mas por uma melhor acessibilidade ao jogo.
Posted March 15, 2020. Last edited March 15, 2020.
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14.0 hrs on record (14.0 hrs at review time)
Surgindo como uma surpresa dentre os Indies apadrinhados pela Microsoft, Ori tornou-se um dos títulos do gênero de “metroidvania” mais respeitados, e com bons motivos para isso.

- Gráficos
Ori é daqueles jogos no qual as primeiras cenas, a arte já lhe salta aos olhos, com um belo uso de cores, personagens cativantes e excelente ambientação. Um tipo de arte que envelhece muito bem, e seja daqui 10 ou 15 anos, esse jogo ainda poderá ser apreciado, talvez com apenas com uma correção de resolução. O equilíbrio entre luz e sombra também se destaca, tornando intuitiva a exploração do mapa.

- Gameplay
Outro grande ponto positivo, a movimentação de Ori é uma das melhores que já tive o prazer de experimentar. O combate, no entanto, não é muito desafiador, e um pouco repetitivo, consistindo em apenas apertar um botão e o inimigo mais próximo será atacado. Claro que há melhoramentos, mas o cerne do combate não sai muito disso. De resto, a aventura é muito gradual, onde cada área do mapa vai lhe garantir uma nova habilidade, que possibilitará passar pelos puzzles, que em sua maioria são bem divertidos e com desafio na medida certa.

- Som
Apesar de não haver tantas faixas, as musicas do jogo são belíssimas, passando emoção sempre que os personagens interagem entre si ou com o ambiente, assim como os efeitos sonoros, que são muito bem encaixados e mostra o quão cuidadosos os desenvolvedores foram com esse jogo.

- Conclusão
Ori and The Blind Forest é um dos mais emocionantes, divertidos e belos “metroidvania” que já joguei, a aventura é curta se não focar nos 100%, levando em torno de 8hrs numa primeira gameplay, mas cada minuto vale a pena.
Posted January 26, 2020.
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57.4 hrs on record (49.8 hrs at review time)
Com fortes inspirações na series Harvest Moon e Rune Factory, Stardew Valley, jogo produzido por uma única pessoa, é uma grata surpresa, e rapidamente se colocou entre um dos melhores jogos do gênero a ser lançado até os dias de hoje.

- Gráficos –
Como antes mencionado, o jogo foi inicialmente produzido por uma única pessoa (Concerned Ape), então a aposta foi numa aparência mais simplista, com gráficos em 2D, bem coloridos e com bastante personalidade. Eu, como opinião pessoal, não gosto muito dos retratos dos personagens, porém é apenas questão de gosto, pois ainda que não seja do meu agrado, são bem feitos para o que o jogo se propõe. A ambientação é outro ponto forte, as estações do ano têm sua paleta de cores bem definidas, com efeitos na neve, chuva e folhas caindo.

- Som –
A trilha sonora de Stardew também é um ponto forte, são músicas carismáticas e que casam perfeitamente com a estação do ano em que o jogador está. As minas eram o único ponto negativo, porém os updates melhoraram esse aspecto, e hoje em dia, existem bem mais faixas (que foram adicionadas gratuitamente) do que no dia do lançamento oficial.

- Gameplay –
Eis o ponto chave de Stardew. Tendo como alicerce as franquias antes mencionadas, o jogo pega tudo que havia de divertido e mistura, dando um novo ar ao gênero. O jogador tem inúmeras tarefas a serem feitas, no seu próprio tempo, sem ser punido por isso, você pode ir pra mina em um dia, passar o dia pescando em outro, ou apenas conversando com os NPC’s. Esses que também tem cenas especiais ao liberar certo nível de amizade, que é liberado ao conversar e dar presentes, fazendo com que seu personagem tenha melhores amigos e um cônjuge. Cuidar da fazendo também é bem divertido, com diversas tarefas entre plantar, cuidar dos animais e produzir vinho, leito ou queijo, enfim, são dezenas ou centenas de horas de gameplay com o tanto de conteúdo que o jogo dispõe, que pode ser ainda maior por possuir um modo multiplayer. O ponto mais fraco no gameplay fica para o combate, que cumpre bem seu papel, mas é travado e simplista, tornando monótona a grande maioria das batalhas (malditos morcegos).

- Conclusão –
Stardew entrega mais do que se espera, a ponto de virar uma referencia para o gênero, e o respeito e dedicação do desenvolvedor com seu público, adicionando muito conteúdo de forma gratuita, apenas para o jogo ficar mais divertido. Seja hardcore, ou casual, é um jogo que agrada a maioria que não se interessa apenas por ação.
Posted December 23, 2019. Last edited December 23, 2019.
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