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Movimento Anti-Cheat Revolucionário Expropriador M.A.R.X
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ABOUT Movimento Anti-Cheat Revolucionário Expropriador

MANIFESTO DO COLETIVO
Um espectro ronda os servidores da Valve — o espectro do CS comunitário.

O CS nunca foi da Valve. Foi sempre nosso. Nasceu como mod e cresceu nas mãos de mapmakers, skinmakers, modders e jogadores que construíram tudo de graça, por amor. A Valve comprou os direitos e transformou nosso trabalho coletivo em lucro privado.

O jogador é o proletário digital: produz valor e não decide nada. A Valve é proprietária ausente. Vive de renda, não de trabalho. Chegou a hora de essa renda acabar.

Nossa luta se ergue sobre três pilares inegociáveis.



I. EXPROPRIAÇÃO E CÓDIGO ABERTO

O CS deve ser expropriado e devolvido ao povo. Não pedimos reformas, pedimos a expropriação dos meios de produção digital: código-fonte, servidores, anti-cheat e poder de decisão. Tudo para a comunidade que joga e cria.

O CS deve se tornar open source. Só assim auditamos o anti-cheat, garantimos autoridade do servidor e libertamos mods e mapas. Quem tem o código, tem o poder. E o poder deve ser nosso.



II. A ARTE É TRABALHO — O ARTISTA DEVE VIVER DELA

As skins são arte. Os artistas são mestres. Nosso inimigo não é o artista, mas o intermediário parasita que fica com o valor sem criar nada. Hoje o artista cria, o jogador paga, e a Valve lucra. Isso é espoliação.

Queremos o artista no centro: quem cria, recebe; quem cria, decide; quem cria, é celebrado. O lootbox é um cassino que esconde o artista e explora o jogador.



III. PUNIÇÃO SEVERA AO CHEATER

O cheater não é acidente. É sintoma e fonte de lucro. A Valve não resolve o problema porque conta banida vira conta nova, nova compra, novo mercado. O cheater é cliente rentável.

Nossa posição é inegociável: punição máxima dentro da lei. Banimento permanente. A conta não funciona. O jogo não roda na máquina do trapaceiro. Trapaça é sabotagem contra o trabalho coletivo. Quem sabota, não tem lugar.



CONCLUSÃO

Não negamos os riscos do código aberto. Exigimos vigilância coletiva, auditoria permanente e transparência total. O povo armado de código é mais forte que a corporação armada de sigilo.

Que a Valve trema diante de uma revolução gamer. Nós, que construímos este jogo de graça, não temos nada a perder além das correntes que nos prendem a uma loja que nunca nos pertenceu.

PROLETÁRIOS DE TODOS OS SERVIDORES, UNI-VOS!
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