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Recent reviews by Índio Bombado Emo

Showing 1-10 of 91 entries
<123 ... 10>
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4.2 hrs on record
👾 Análise do Voidzão 👾
The Bathhouse | 地獄銭湯 Restored Edition é um jogo indie de terror psicológico japonês em primeira pessoa, desenvolvido pela nossa queridinha japonesa Chilla's Art. O jogo foi lançado oficialmente em 9 de agosto de 2024.

ENREDO
Você assume o papel de uma jovem que começa a trabalhar em uma casa de banho japonesa, um ambiente aparentemente comum, mas que aos poucos começa a revelar situações estranhas, personagens suspeitos e uma história envolvendo assombrações, segredos e acontecimentos sobrenaturais ligados ao local. Conforme os dias passam, o jogo constrói sua tensão através da rotina de trabalho, das interações com os clientes e da sensação constante de que existe algo errado naquele lugar.

ANÁLISE
The Bathhouse | 地獄銭湯 Restored Edition é uma maravilha dentro da própria evolução da Chilla's Art. Assim como Missing Children, Jisatsu, Parasocial, Shinkansen 0 e até mesmo The Kidnap, este jogo me trouxe pontos incrivelmente positivos, e me alegra muito ver como um estúdio indie consegue chegar tão longe quando existe evolução, cuidado e uma melhora nítida na forma de construir suas experiências.

Depois da decepção que foi The Radio Station, fica ainda mais clara a diferença de tempo, aprendizado e amadurecimento entre um jogo e outro. É muito perceptível como os desenvolvedores evoluíram na construção de suspense, na direção artística, nos modelos dos personagens, na ambientação e principalmente na forma como a história é conduzida. Aqui, a Chilla's Art entrega uma experiência muito mais polida, interessante e envolvente.

Ainda me deixa um pouco triste o fato de não podermos customizar melhor as qualidades gráficas, porque muitas vezes as iluminações nesses jogos acabam me deixando um pouco com raiva, estressado ou até levemente enjoado. A estética é bonita, funciona muito bem para o terror japonês e combina com a proposta, mas seria muito bom ter mais controle sobre brilho, iluminação, filtros e certos efeitos visuais, principalmente porque a Chilla's gosta bastante dessa pegada visual mais pesada e atmosférica.

O jogo é claramente um show de enredo. A história é muito boa mesmo, e apesar de ser relativamente fácil matar a charada um pouco antes do terceiro dia, a construção do suspense vai se criando de uma maneira muito divertida. O jogo sabe trabalhar a rotina, o desconforto, os pequenos detalhes estranhos e aquela sensação de que tudo está ficando errado aos poucos, sem precisar depender apenas de jumpscares rasos ou sustos jogados na tela.

Os finais também me agradaram bastante. De início eu achei um pouco estranho, mas ainda aceitável, o fato do jogador precisar passar por cada final para conseguir desbloquear o outro. Pode soar meio travado em um primeiro momento, mas pelo menos existe uma progressão clara e uma sensação de descoberta conforme você entende melhor a história e os acontecimentos envolvendo a casa de banho.

Outro ponto muito positivo é o respeito às histórias de fantasmas, assombrações e lendas japonesas, algo que a Chilla's Art costuma fazer muito bem. O jogo consegue usar esse lado cultural de uma forma espetacular, trazendo elementos sobrenaturais que combinam perfeitamente com o ambiente, com a estética e com o clima de horror psicológico.

O salto gráfico também é excelente. Mesmo que os rostos dos personagens ainda carreguem aquela pegada bem Chilla's Art, com expressões e modelos que às vezes são meio estranhos, o resultado geral é muito bom para um estúdio indie. Sinceramente, fiquei apaixonado pela waifu loirinha do game, e achei sensacional o trabalho na modelagem dos cabelos, principalmente considerando o tamanho do estúdio e o tipo de produção que eles fazem.

No fim, The Bathhouse | 地獄銭湯 Restored Edition é uma das boas experiências da Chilla's Art. Tem uma história excelente, uma ambientação muito boa, um suspense bem construído, finais interessantes e uma evolução técnica muito evidente. Não é perfeito, principalmente pela falta de opções gráficas mais detalhadas e por alguns pontos que ainda carregam aquela estranheza clássica dos jogos da desenvolvedora, mas é um jogo que mostra o quanto a Chilla's Art evoluiu e o quanto ela ainda consegue entregar experiências memoráveis dentro do terror indie japonês.

NOTAS
Ambientação de Gênero (Horror/Aventura/Ação): 7/10.
Jogabilidade e Mecânicas: 7/10.
Trilha Sonora: 8/10.
Gráficos: 7/10.
Enredo: 10/10.
NOTA GERAL: 7,8/10.
Posted May 26.
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1.8 hrs on record
👾 Análise do Voidzão 👾
The Radio Station | 深夜放送 é um jogo indie de terror psicológico japonês em primeira pessoa, desenvolvido pela nossa queridinha japonesa Chilla's Art. O jogo foi lançado oficialmente em 30 de outubro de 2021.

ENREDO
Você assume o papel de um homem que vai até uma estação de rádio isolada em busca de respostas sobre a misteriosa morte de seu irmão mais novo. A partir disso, o jogo te coloca em uma investigação envolvendo fitas, relatos estranhos, acontecimentos sobrenaturais e alguns finais diferentes que tentam fechar a história por caminhos distintos.

ANÁLISE
The Radio Station | 深夜放送 foi, até agora, uma das experiências decepcionantes que eu tive com os jogos mais antigos da Chilla's Art. A ideia do jogo é boa, a história tem uma premissa interessante, os finais são aceitáveis e existe uma ambientação que até consegue sustentar um pouco da experiência, mas infelizmente quase todo o resto joga contra.

O jogo me pareceu mal otimizado, com uma jogabilidade travada, principalmente na parte de direção. A mecânica do carro é simplesmente horrível, o personagem parece engatar a marcha umas 1927817826 vezes antes de finalmente seguir em frente, e isso quebra totalmente o ritmo da gameplay. Em um jogo que depende tanto de imersão, atmosfera e tensão, ter uma movimentação tão dura e irritante acaba atrapalhando muito mais do que deveria, sem contar no porco/javali.

Os jumpscares, por sua vez, são bem óbvios e acabam sendo mais engraçados do que assustadores. Então, para mim, a pontuação do jogo vai muito mais pela ambientação do que pelo horror em si. A estação de rádio, a estrada, o clima isolado e a estética padrão da Chilla's ainda conseguem entregar alguma coisa, mas o medo mesmo fica devendo bastante.

A história é boa, mesmo não sendo nada absurdo, e o único puzzle mais evidente do jogo foi bem decente. Também achei curioso, e até engraçado, a questão da fita, mas confesso que não entendi muito bem a parte dos ratos. Talvez exista alguma interpretação ali, talvez tenha passado algo, ou talvez só seja mais uma das bizarrices que a Chilla's gosta de colocar nos jogos.

No fim, The Radio Station | 深夜放送 não é horrível ao ponto de ser injogável, mas é um jogo bem medíocre. Tem uma boa ideia, uma ambientação aceitável e uma história que segura um pouco a experiência, mas a jogabilidade travada, a direção horrível, os jumpscares rasos e a falta de polimento fazem ele ficar bem abaixo de outros títulos da própria Chilla's Art.

NOTAS
Ambientação de Gênero (Horror/Aventura/Ação): 5/10.
Jogabilidade e Mecânicas: 2/10.
Trilha Sonora: 4/10.
Gráficos: 5/10.
Enredo: 7/10.
NOTA GERAL: 4,6/10.
Posted May 26.
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18.5 hrs on record
Early Access Review
Entrei esperando mais do mesmo, porém co-op, e sinceramente... Me surpreendi! O mapa está bem maior (no Early Access), a qualidade sonora superior, gráficos lindos, otimização aceitável (UE5 infelizmente sempre será medíocre em quesitos de iluminação), a história pode parecer sim, inicialmente, mais do mesmo, mas a jogada das adaptações para você conseguir progredir na história, é incrível, as blackboxs são empolgantes, e a jogabilidade simplesmente... linda (eu quase chorei depois de ligar o gerador e ir para o observatório). Obrigado à todos os envolvidos, e obrigado aos devs por facilitarem para conseguir água.
Posted May 26.
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34.7 hrs on record (34.1 hrs at review time)
👾 Análise do Voidzão 👾

Que jogo, senhoras e senhores. Que jogo! Resident Evil Requiem conseguiu algo que poucos jogos hoje conseguem fazer: encerrar um grande arco da franquia com respeito, fanservice e qualidade absurda. Sem exagero nenhum, se tornou oficialmente meu jogo predileto da saga — top 1 absoluto.

Primeiro vamos falar da parte técnica. A Capcom simplesmente está servindo horrores, cozinhando como ninguém, dominou completamente a RE Engine. Os gráficos são absurdos, com cenários extremamente detalhados, iluminação impecável e expressões faciais que realmente passam emoção nas cutscenes. Mas o que mais me impressionou foi a otimização. Testei o jogo tanto em uma GTX 1650 quanto em uma RTX 4080, e em ambos os casos o desempenho foi excelente. É muito bom ver um jogo moderno que roda bem em hardware mais modesto sem sacrificar a experiência.

Agora sobre o coração do jogo: a história.

A decisão de trazer uma personagem esquecida de Resident Evil Outbreak foi simplesmente genial. A Grace Ashcroft, para mim, foi uma das melhores surpresas do jogo. Eu literalmente me apaixonei pela personagem. Ela conecta alguns elementos antigos da franquia, trazendo o horror, o medo, a inexperiência mesmo sendo uma agente do FBI, e ajuda a dar um encerramento digno ao arco de Raccoon City de uma forma realmente triunfal.

Outro destaque absurdo é o combate. Sr. Leon S. Kennedy está simplesmente brutal nesse jogo. A mecânica de combate corpo a corpo e as finalizações do Leon estão espetaculares. Claramente pegaram o que tentaram fazer em Resident Evil 6, refinaram bastante no Resident Evil 4 Remake, e aqui atingiram a versão definitiva. Cada luta vira praticamente uma cena de ação coreografada.

O jogo também é cheio de fanservice, mas daquele tipo que realmente funciona. Não é gratuito: ele recompensa quem acompanha a franquia há anos. Outro ponto positivo: a platina é bem mais tranquila do que em outros jogos da saga. Comparado com desafios mais pesados como Resident Evil 2 Remake ou Resident Evil 3 Remake, aqui ela é mais equilibrada. Ainda exige dedicação, mas não é aquele sofrimento absurdo. Agora fico na expectativa para o futuro! Estou muito ansioso por uma possível DLC, e sinceramente espero muito que seja protagonizada pelo lendário HUNK. E olhando mais pra frente, se a Capcom realmente fizer um Resident Evil X (possivelmente sairá em 2029), eu torço muito para que seja algo gigantesco: Leon Kennedy + Chris Redfield enfrentando a corrupção dentro da BSAA. Seria o cataclisma perfeito para a franquia.

Enfim… obra-prima absoluta, simplesmente ABSOLUTE CINEMA! Emily, eu te amo <3

Gráficos: 10/10
Enredo: 10/10
Horror: 10/10
Jogabilidade: 10/10
Nota geral: 10/10

Dificuldade para platinar: ❤️❤️❤️🤍🤍
Posted March 8.
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No one has rated this review as helpful yet
53.5 hrs on record (46.0 hrs at review time)
Pinto
Posted November 24, 2025.
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3 people found this review helpful
3 people found this review funny
1,460.9 hrs on record (759.5 hrs at review time)
Gosto não.
Posted August 29, 2024.
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1 person found this review helpful
3.5 hrs on record
👾 Análise do Voidzão 👾
Missing Children | 行方不明 é um jogo indie de terror psicológico em primeira pessoa, desenvolvido pela nossa queridinha japonesa Chilla's Art utilizando Unity Engine. O jogo foi lançado oficialmente em 12 de junho de 2020.

ENREDO
Você é a detetive Sato, uma bully detective, você recebeu uma ligação de Yamada para encontrar três estudantes do ensino fundamental que foram recentemente relatadas como desaparecidas. Sem pistas conhecidas sobre o paradeiro das crianças. Junto ao oficial Funahashi, você deverá ajudar a investigar e reunir informações sobre onde as crianças podem estar e o que levou ao seu desaparecimento repentino.

ANÁLISE
O jogo possui mecânicas simples, um enredo bom, uma mensagem incrivelmente boa sobre depressão e afins. A ambientação e os sons do jogo estão excelentes, segue a estética padrão da Chilla's com poucos NPCs, o jogo não possui uma localização para Português-BR, que é totalmente compreensível, até mesmo em jogos atuais como Parasocial, tivemos problemas com a localização, eles foram lapidando isso com o tempo. A modelagem dos NPCs e de algumas estruturas podem ser engraçadas por conta da texturização fotorealista, mas não atrapalha a experiência do jogo. Comparado à títulos anteriores a este, o jogo é incrivelmente bom. Eu recomendo!

VÍDEO DA HISTÓRIA + ANÁLISE
Recentemente eu comecei um canal para postar sobre as minhas análises e explicar as histórias do jogo, este foi meu segundo vídeo, não está perfeito, mas é um começo.
https://www.youtube.com/watch?v=vraAKYhlN-A

NOTAS
Ambientação de Gênero (Horror/Aventura/Ação): 8/10.
Jogabilidade e Mecânicas: 6/10.
Trilha Sonora: 8/10.
Gráficos: 8/10.
Enredo: 10/10.
NOTA GERAL: 8/10.

Dificuldade para platinar: 🤍🤍🤍🤍🤍
Posted August 1, 2024.
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4 people found this review helpful
3.1 hrs on record
👾 Análise do Voidzão 👾
Unspoken é um jogo indie de terror psicológico em primeira pessoa, desenvolvido por Igor Nikitin em nome da Weeping Studios utilizando Unity Engine, este é o primeiro projeto dele. O jogo foi lançado oficialmente em 1º de abril de 2024.

ENREDO
Você acorda em uma casa sem se lembrar qual o seu nome, e onde você está. Você está sofrendo da síndrome do despertar no desconhecido, e enquanto isso, você tem que enfrentar alguns invasores que tentam te matar. Nesta jornada, você vai tentar resolver um grande mistério envolvendo a escola MayFlowers, a igreja dos Carrington e o sequestro de 13 crianças, enquanto passa por três cenários e enfrenta uma criatura de quatro braços.

ANÁLISE
O jogo possui algumas falhas de programação, até mesmo alguns jumpscares passam a ficar engraçados caso você torne a jogar por uma segunda vez, o script utilizado principalmente na criatura de quatro braços chega a ser cômico, em alguns momentos, o jogo pode não carregar as notas, ou até mesmo travar caso você jogue rapido demais pulando os scripts, em alguns computadores ele pode ter uma leve queda de FPS, especialmente na parte do espelho, o jogo detém um tempo de gameplay incrivelmente curto entre 20 e 40 minutos, a ambientação e seus gráficos são incrivelmente satisfatórios, eu particularmente amei a estética na casa preto e branco e o filtro utilizado, casam perfeitamente com os gráficos, na parte da segunda casa, ficou nítido a leve inspiração em P.T., as experiências que o jogo pode proporcionar são relativamente boas, a história é interessante, mas não é digna de título de cinema, a localização aparentemente foi feita com base no google tradutor, bem ao pé da letra, o que para alguns, pode ser mais vantajoso jogar em inglês, no mais, eu recomendo que joguem este jogo, pode ser uma experiência curta, mas é um tanto quanto divertida.

VÍDEO DA HISTÓRIA + ANÁLISE
Recentemente eu comecei um canal para postar sobre as minhas análises e explicar as histórias do jogo, este foi meu primeiro vídeo, não está perfeito, mas é um começo.
https://www.youtube.com/watch?v=RMrYfW4wuR8

NOTAS
Ambientação de Gênero (Horror/Aventura/Ação): 7/10.
Jogabilidade e Mecânicas: 7/10.
Trilha Sonora: 7/10.
Gráficos: 8/10.
Enredo: 6/10.
NOTA GERAL: 7/10.

Dificuldade para platinar: ❤️❤️🤍🤍🤍
Posted July 16, 2024.
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2 people found this review helpful
6.8 hrs on record
👾 Análise do Voidzão 👾
Hellcoming é um jogo indie de sobrevivência de terror em primeira pessoa, desenvolvido por SurgutGames utilizando Unity Engine. O jogo foi lançado oficialmente em 06 de dezembro de 2021.

ENREDO
AVISO: O JOGO NÃO POSSUI ENREDO PRÉ-DEFINIDO.

ANÁLISE
O jogo tem mecânicas simples, basicamente você tem que limpar resquícios de maldições em um determinado ambiente, para liberar o artefato e posteriormente queima-lo ou jogar água benta nele, você só pode carregar um item por vez ou seja: Um esfregão, um aspirador, uma lanterna de luz UV ou uma arma de energia. Cada mapa contém apenas um antagonista principal, e alguns "monstrinhos" que servem para atrapalhar o seu percurso, o jogo contém apenas dois mapas, e desde seu lançamento, não houve nenhum relato de um novo lançamento. O jogo é incrivelmente simples, divertido para jogar com os amigos, é barato, porém foi construído em cima de vários assets, é incrívelmente bugado em alguns aspectos, assim como suas conquistas também tendem a bugar e não serem entregues. Por sua vez, o jogo tende a ser incrívelmente lento, fazendo a necessidade de ter três ou quatro membros para realizar a limpeza, tornando à dois ou solo totalmente CANSATIVA e CHATA, os jumpscares são rasos, e quase não acontecem durante a gameplay. Para uma jogatina com mais três amigos, tende a ser proveitosa, mas tenha em mente que este jogo encontra-se totalmente abandonado pelos seus desenvolvedores, não havendo nenhuma atualização desde o patch v1.0.6 lançado no dia 14 de dezembro do mesmo ano.

NOTAS
Ambientação de Gênero (Horror/Aventura/Ação): 3/10.
Jogabilidade e Mecânicas: 6/10.
Trilha Sonora: 3/10.
Gráficos: 5/10.
Enredo: 2/10.
NOTA GERAL: 3,8/10.

Dificuldade para platinar: ❤️🤍🤍🤍🤍
Posted July 9, 2024.
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2 people found this review helpful
2.3 hrs on record
👾 Análise do Voidzão 👾
At Tony's é um jogo indie de terror psicológico em primeira pessoa, contendo working simulator, desenvolvido por Jeff Mathis, Kevin BRAVO e JB (representando Good Sleep Games e TinyBuilderGames, exceto JB), utilizando Unreal Engine. O jogo foi lançado oficialmente em 23 de abril de 2024.

ENREDO
AVISO: ENREDO COM POSSÍVEIS SPOILERS ABAIXO!

Você é Joe Falco, um membro da família Falco que detém a posse da Mamma Mia Pizzaria. Em conversa com seu primo, Jimmy Falco, você aceita trabalhar no turno da noite na pizzaria por falta de mão-de-obra, uma vez que coisas estranhas ocorrem na mesma pela noite, mesmo contrariando seu pai, Mike Caldo. À medida que você vai trabalhando na pizzaria, você descobre sobre o acontecimento que foi enterrado pela sua família, a morte de Anabella Falco, sendo essa a mesma que assombra a pizzaria durante à noite. Durante o seu turno, você receberá ligações tanto de Jimmy, como de Lucas Dimas, o antigo trabalhador do mesmo turno que você está atualmente. Por meio de sonhos, Anabella tentará se comunicar e mostrar toda a verdade para você, toda a verdade sobre a família Falco. Aprenda à fazer pizzas maravilhosas, descubra a verdade sobre sua família, e ajude Anabella ou não.

ANÁLISE
O enredo do jogo é interessante, mas em alguns momentos é mal contado, infelizmente o jogo não possui localização para Português, e as cartas não possuem uma narrativa totalmente compreensível, as vezes deixando-nos levemente confusos,tanto que entender que Anabella é meia-irmã de Joe, foi incrivelmente difícil para mim.Por sua vez, a ambientação da cidade é uma coisa muito curiosa, a neblina e a cidade vazia mesmo que de noite, dão um ar de mistério sobre o que a família Falco de fato faz com aquela cidade. A trilha sonora e os gráficos são simples e condizentes com o preço, a proposta e a qualidade de um jogo indie curto, e as mecânicas não deixam a desejar, a parte de ficar fazendo as pizzas, é incrivelmente agradável, me prendendo mais que o restante do jogo. Os jumpscares para mim, infelizmente, são rasos e deixam a desejar, me lembrando até de alguns jogos "pega ratão" como Slendytubbies durante à parte do estacionamento. Por fim, é um jogo que é divertido de se jogar rapidamente, até porque sua gameplay não ultrapassa uma hora e meia, mesmo possuindo dois finais, mas principalmente pela parte da pizzaria, a trama pode ser confusa e os detalhes técnicos são simples, lembrando que foi feito unicamente por três pessoas.

NOTAS
Ambientação de Gênero (Horror/Aventura/Ação): 6/10.
Jogabilidade e Mecânicas: 7/10.
Trilha Sonora: 5/10.
Gráficos: 6/10.
Enredo: 8/10.
NOTA GERAL: 6,2/10.

Dificuldade para platinar: -
Posted July 7, 2024. Last edited July 7, 2024.
Was this review helpful? Yes No Funny Award
Showing 1-10 of 91 entries
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