Install Steam
sign in
|
language
简体中文 (Simplified Chinese)
繁體中文 (Traditional Chinese)
日本語 (Japanese)
한국어 (Korean)
ไทย (Thai)
Български (Bulgarian)
Čeština (Czech)
Dansk (Danish)
Deutsch (German)
Español - España (Spanish - Spain)
Español - Latinoamérica (Spanish - Latin America)
Ελληνικά (Greek)
Français (French)
Italiano (Italian)
Bahasa Indonesia (Indonesian)
Magyar (Hungarian)
Nederlands (Dutch)
Norsk (Norwegian)
Polski (Polish)
Português (Portuguese - Portugal)
Português - Brasil (Portuguese - Brazil)
Română (Romanian)
Русский (Russian)
Suomi (Finnish)
Svenska (Swedish)
Türkçe (Turkish)
Tiếng Việt (Vietnamese)
Українська (Ukrainian)
Report a translation problem

Sao Paulo, Sao Paulo, Brazil



⢠⣤⣤⡄⣤⣤⣤⠄⣀⠉⣉⣙⠒⠤⣀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⣠⠴⠘⣉⢡⣤⡤⠐⣶⡆⢶⠀⣶⣶⡦
⣄⢻⣿⣧⠻⠇⠋⠀⠋⠀⢘⣿⢳⣦⣌⠳⠄⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠞⣡⣴⣧⠻⣄⢸⣿⣿⡟⢁⡻⣸⣿⡿⠁
⠈⠃⠙⢿⣧⣙⠶⣿⣿⡷⢘⣡⣿⣿⣿⣷⣄⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⢠⣾⣿⣿⣿⣷⣝⡳⠶⠶⠾⣛⣵⡿⠋
⠀⠀⠀⠀⠉⠻⣿⣶⠂⠘⠛⠛⠛⢛⡛⠋⠉⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠉⠉⠉⠛⠀⠉⠒⠛
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⣿⡇⠀⠀⠀⠀⠀⢸⠃
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⣿⡇⠀⠀⠀⠀⠀⣾
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⣿⡇⠀⠀⠀⠀⠀⣿
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⢻⡁⠀⠀⠀⠀⠀⢸
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠘⡇
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⡇
“A Lua, em seu silêncio ancestral, governa as marés do mundo sem jamais exigir reconhecimento, lembrando à humanidade que o verdadeiro poder reside na constância discreta e na influência exercida à distância.”
Agora, um ponto que talvez você não esteja considerando: frases excessivamente formais tendem a soar grandiosas, mas também podem criar distanciamento emocional. Se a intenção for provocar reflexão profunda em quem lê, às vezes uma única imagem forte (como a Lua “governando sem exigir reconhecimento”) vale mais do que várias camadas de solenidade. Se quiser, posso elevar ainda mais o nível de formalidade — ou torná-la mais densa filosoficamente.