53
Products
reviewed
239
Products
in account

Recent reviews by Don MRichieri (MRBR)

< 1  2  3  4  5  6 >
Showing 1-10 of 53 entries
7 people found this review helpful
15.6 hrs on record
Histórias com zumbis, nunca ficam esquecidas. E a produtora TECHLAND está se especializando em produzir jogos com esse tema - tendo como marcos "Dead Island I e II" (mesmo sendo lançado por outra produtora, a YAGER), "Dying Light" pode ser considerado um sucessor do primeiro "Dead Island".

Os produtores da Techland pegaram o que há de melhor de outros games e colocaram em Dying Light. A jogabilidade de é 100% parkour, cujo o objetivo é se mover de forma mais rápida possível de um ponto ao outro usando tudo que o corpo humano permite, seja na distância ou na altura dos obstáculos. No game, ela beira à perfeição. Extremamente ágil, o jogador pode correr e interagir com literalmente tudo. Digo que Dying Light levou a jogabilidade consagrada de "Mirror's Edge" a outro patamar: basta mirar onde quer ir e usar ativar os mecanismos do jogo, desde que esteja no alcance dos braços ou na distância de um salto.

O visual de "Dying Light" é um dos destaque do game junto com sua jogabilidade. Proporciona um visual magnífico no que diz respeito aos detalhes. O cenário é incrivelmente detalhado e interativo, criando uma sensação de ser bem maior. As texturas são excelentes/magníficas e os Zumbis, são o mais "imersivos" já produzidos para um game. O detalhamento de cada um deles é incrível, lembrando até a série "The Walking Dead" devido às reações e animações de cada um deles. Os desmembramentos são ótimos. Pode-se até mesmo arrancar pedaços da barriga, ficando com um buraco enorme e mesmo assim continuam rastejando atrás de você. Realmente é fantástico.

Dying Light é totalemte dublado em nosso idioma, e isso cria uma imersão maior. As vozes até combinam com os personagens mas as vezes soam sem interpretação e/ou "aceleradas". Em alguns momentos a fala em Português do Brasil tem que ser necessariamente maior que a fala original em inglês, para um perfeito entendimento do assunto falado. O que não ficou a desejar...

Os efeitos sonoros são outro ponto forte, bem produzidos, parecendo sair diretamente de filmes de terror. Os sons atmosféricos criam sensação de catástrofe, com barulho de ventania, galhos das árvores balançando, pássaros voando, grades sacudindo, dentre outros.

Dá história e de sua expansão: "The Fallow", que manteve o excelente padrão do jogo base, é bastante previsível: o jogador encarna Kyle Crane, um agente secreto que é enviado por uma agência chamada GRE, com o objetivo único de encontrar uma determinada pessoa, aproveitando para descobrir o que causou a infecção que está se alastrando e transformando as pessoas em zumbis. Ponto que nos deparamos com um dilema: seguir adiante com a missão ou salvar os sobreviventes? Sua estrutura de missões é o famoso "vá-do-ponto-A-ao-ponto-B". Por outro lado, há missões paralelas com várias tarefas interessantes e ainda com um enredo crível para um mundo de zumbis - algumas missões secundárias lembram muito momentos seriado "The Walking Dead".
Iniciando o caminhar pela expansão - The Following, segue Kyle Crane a procurar desesperadamente uma cura para o vírus dos zombies, já que o Antizin está a perder o seu efeito. Ao deslocar-se para a zona rural, Kyle terá a hipótese de encontrar drogas mais pesadas, e isso reflete-se no tipo de personagens e situações que vão encontrar. Uma grande parte da história envolve um grupo, ou culto, que afirma ter encontrado uma cura, mas primeiro terão de ganhar a sua confiança antes de acederem às suas pressões. Na zona rual, uma grande novidade trazida foi a implementação do buggy. Com poucos minutos de condução nos deparamos com uma mecânicas de jogo tão sofisticada/sólida como as de Parkour. Cabendo, com isso, duas novas árvores de habilidades. Além de "Survivor", "Agility" e "Power", agora também podem evoluir nos departamentos de "Legendary" e "Driver".

Como conclusão clara... mesmo tendo passado muito tempo buscando uma promoção para ter este jogo em minha biblioteca, a espera foi mais do que gratificante. Um game pós-apocalíptico-de-zumbi bem produzido e que usa o melhor de vários games consagrados. Não chega a ser um jogo perfeito, mas é um dos melhores no gênero.
Os estilo parkour de jogabilidade cabe bem em um game onde o cenário é a destruição. Os combates são realistas principalmente pela excelente implementação da física, e os zumbis são os mais bem reproduzidos em um jogo, desde a animação até o visual sanguinolento... Este jogo, com certeza, EU RECOMENDO!!!
Posted November 23, 2017.
Was this review helpful? Yes No Funny
23 people found this review helpful
548.5 hrs on record
A Produtora polonesa CD Projekt Red investiu em um de seus projetos mais audacioso... The Witcher 3: Wild Hunt. Depois alguns "percauços" e adiamentos, consegui colocar este "título inestimável" em minha biblioteca. O jogo mais aguardado de 2015, vencedor de vários prêmios do mundo dos games, chegou para assumir o trono como o melhor e mais completo jogo de RPG, disponível nesta geração de consoles.

The Witcher 3, dos mais completos, envolventes e orgânicos jogos de mundo aberto já pensados em base RPG ocidental, em que tudo funciona de forma tão bem estruturada e pensada que é praticamente impossível encontrar falhas. O resultado é uma experiência absurdamente marcante, fascinante e, sobretudo, inesquecível. De acordo com Adam Badowski, o diretor do estúdio - principal nome por trás da empreitada - o jogo trás um mundo cerca de 20% maior que o encontrado em The Elder Scrolls V: Skyrim, minha maior paixão, quando o assunto é RPG de mundo aberto.

A saga começa quando Geralt de Rívia - nosso protagonista - está em busca de Yennefer, uma antiga aliada, afim de ajudá-lo com a tarefa de recuperar Cirila, filha do Imperador, que foi treinada por Geralt para se tornar um tipo de herdeira de suas missões e habilidades. O maior problema é que, tanto Geralt quanto Cirila estão sendo perseguidos pela Caçada Selvagem (Wild Hunt), um tipo de força sombria que invadiu as terras do norte - um exército devastador das terras médias. A trama é bem construída tanto nos acontecimentos centrais quanto nos secundários, e nas missões de "contrato do bruxo mercenário".

Outro aspecto bastante interessante na história são as opções de escolha durante os diálogos que, de fato, influenciam e interferem em todas as ações de Geralt, incluindo seus aliados (permanentes ou temporários) e inimigos (sejam humanos ou feras racionais). Em outras palavras, você está constantemente moldando o mundo ao seu redor... Então tome cuidado ao decidir por qual caminho está prestes a percorrer.

A jogabilidade "The Witcher 3: Wild Hunt" traz tudo o que existe de melhor e complexo, em um típico RPG ocidental: exploração minuciosa pelos cenários, batalhas desafiantes com movimentação livre, acúmulo de pontos de experiência para evoluir o seu personagem e recolhimento (loot) de itens para criar novas armas e equipamentos. Após alguns momentos diante do tutorial - que aponto como um pouquinho longo, porém agradável; conseguirá conhecer os envolventes e imersivos comandos do personagem. É verdade que, mesmo depois do tutorial, o jogador deve continuar com algumas dúvidas, mas nada que a prática não resolva.

A variedade da jogabilidade vai além dos combates, com muito a se fazer nos cenários e durante os diálogos. Os cenários são bem exploráveis, seja em cidades, no campo ou dentro de residências, de forma única... como se realmente estivesse participando das ambientações do game.

Espetáculo visual em um mundo gigantesco, rico em detalhes e extremamente bem construído é outra característica que The Witcher 3 retrata do começo ao fim. Os cenários do jogo são grandiosos, populados na medida exata e extremamente bem construídos, do tipo que constantemente convidam o jogador a explorar, por impulso automático da curiosidade interminável, cada cantinho daquele universo absurdamente rico em detalhes. As paisagens variam de grandes plantações a pastos imensos, de cadeias de montanhas com neve a densos pântanos, de cavernas profundas a florestas, rios e lagos que camuflam grandes segredos e perigos. É simplesmente impossível não se sentir imerso na aventura e acreditar que você realmente está influenciando na maneira como aquele vasto mundo está aos poucos sendo moldado e se desenvolvendo conforme as suas ações. Seus gráficos, também esbanjam capricho com a flora e fauna bastante completas, dezenas de espécies de ervas, árvores e arbustos, matilhas de cães e lobos selvagens, manadas de cavalos, de veados e de ursos que passeiam por grandes terrenos, e ainda com ninhadas de coelhos e de pássaros que se espalham pelas planícies e pelos ceús do game.
Fora isso, o design dos personagens é ainda bastante convincente e variado, colaborando ainda mais na construção daquele mundo singular e lotado de segredos e experiências para viver virtualmente.

Outro grande destaque em que traz o título é a trilha sonora extremamente bem posicionada e orquestrada em todos os momentos da aventura. As composições são bem variadas e replicam toda a dramaticidade ou calmaria das cenas, das mais emocionantes às mais épicas, das mais mórbidas às mais alegres. As dublagens em português brasileiro também estão sensacionais. E não há riscos de estar errado em dizer que este é, provavelmente, o melhor trabalho de localização já feito em um jogo lançado no Brasil, levando em conta a grandiosidade do título.

Como conclusão óbiva, The Witcher 3: Wild Hunt mostra que a série, felizmente, evoluiu e amadureceu com seus fãs. Das centenas de horas de gameplay que nunca ficam cansativas, passando pelos robustos sistemas de evolução e de fabricação de itens, fechando com os gráficos sensacionais e a trilha sonora perfeita... um jogo verdadeiramente adulto, com muito o que se fazer e diversos momentos emocionantes para nos envolver... Este jogo, com certeza, EU RECOMENDO!!!

Posted December 30, 2016.
Was this review helpful? Yes No Funny
6 people found this review helpful
3.5 hrs on record
Para muitos, hoje se torna muito diícil definir o que seja um game de RPG. Entretanto, surgem alguns jogos que não se preocupam com essas classificações, onde seus esforços visam entregar uma experiência completa e fechada ao público. The Witcher 2 é um desses jogos.

Sendo o segundo título da série, a Produtora e CD Projekt RED inovou... apresentou algo que vai além de utilizar um bom enredo e é capaz de surpreender com excelentes escolhas de design e roteiro. A estrutura da história tem a ver com a forma como os elementos chegam à perceção do jogador, o timing e a ordem em que a informação é apresentada/disponibilizada.

Outro ponto que me pegou foi o teor adulto do jogo. Sangue e vísceras são mostrados na tela sem nenhuma cerimônia, e cenas explícitas de sexo e nudez são bastante comuns (e muitas vezes inevitáveis). Palavras de baixo calão, apesar de presentes, são o menor dos tabus que o jogo coloca..., aceitávél diante da proposta envolvente de The Witcher.

Para época de seu lançamento, gráficos, amientação, músicas e demais características são surpreendentes. Fiquei chocado com a performance/otimização do jogo. Torna-se inevitável não mergulharmos por horas dentro da história e conteúdo de informações apresentados. Sendo este mais um dos grandes detalhes do game... o montante de informações, rica nos detalhes, compondo assim, a estrutura de 3 atos conhecidos por setup, confrontation, e resolution (introdução, desenvolvimento e conclusão).

Não pelas poucas horas registradas por mim ao jogo, mas diante de sua complexidade, The Witcher 2: Assassins of Kings não é mais um RPG estereotipado... Este jogo, com certeza, EU RECOMENDO!!!
Posted December 29, 2016.
Was this review helpful? Yes No Funny
4 people found this review helpful
163.2 hrs on record
Para muitos, este será a "obra-prima" da Produtora Bethesda, um RPG de fantasia, mediaval e místico, onde quase tudo é possível - podemos ser um mago, nórdico, "homem felino ou híbrido"... ou um ladrão. Podemos ser um lobisomem, um vampiro, ou um caçador de vampiros.... Skyrim é um jogo fantástico, intrigante e rico em detalhes... e quando saiu em 2011, afirmou-se justamente como um dos maiores jogos já criados. Skyrim Special Edition trás uma remasterização incrível, efeitos novos detalhes e aditivos para os criadores que melhoraram o dinamismo do jogo.

O mundo de Skyrim está recheado de personagens interessantes, missões brilhantes, e muitos mistérios para descobriremos. Desde uma aldeia cujos habitantes estão a serem transformados em vampiros, a um grupo de lobisomens nobres que formaram um grupo para proteger os cidadãos, vão encontrar algumas das melhores missões que já vimos num RPG. O design das masmorras, das cidades, e do mundo em geral é também soberbo, sobretudo considerando o seu tamanho. Neste aspeto, e no rácio qualidade/quantidade, são poucos os jogos que rivalizam com Skyrim. Estes fatores ganham ainda mais força nesta edição porque também inclui as expansões Dawnguard e Dragonborn (Hearthfire envolve construção de casas para o jogador) e dicas de novidades que estou muito ansioso para ver...

Se Skyrim sozinho já vale acima da centena de horas, as expansões acrescentam mais algumas dezenas de qualidade em cima disso. E depois há os MODs (e seus criadores - em uma vasta rede de sites, fóruns...), algo a que os jogadores de PC há muito têm recurso, mas que só agora ficaram disponíveis nos Consoles. Quanto ao PC, podem pensar que esta versão não é relevante em termos de mods, mas é. O Skyrim original correria num motor gráfico de 32 bits, o que limita imenso o que é possível fazer com um mod sem provocar problemas no jogo - os famosos "Crash de Skyrim". A nova versão corre num motor de 64 bits, o que aumenta brutalmente as possibilidades de mods futuros. Por outros termos, o Skyrim original consegue aproveitar um máximo de 4 GB de RAM, enquanto que a nova versão não tem qualquer restrição ao nível de RAM. Uma excelente notícia para quem aprecia a comunidade de mods de Skyrim.

E diante da remasterização... o elemento mais importante desta Special Edition: a remasterização propriamente dita. Esta versão tem vários melhoramentos comparativamente com a versão original, sobretudo se compararmos as versões de consolas (o impacto no PC é menor). As sombras foram drasticamente melhoradas, a iluminação é vastamente superior, as texturas têm melhor qualidade, a resolução aumentou, os loadings demoram menos de metade do tempo, existem mais detalhes no cenário, e o jogo mantém-se constante nos 30 frames por segundo, enquanto que as versões anteriores sofriam quebras significativas. É fácil reparar que esta versão é superior à anterior.

O áudio aposta pesado nas trilhas musicais, deixando por conta do próprio ambiente a sonoplastia. Isso significa muito som de rios, vento e tepestades de gelo, dragões, ambientes abertos naturais... goteiras nos edifícos e cavernas e gritaria dos inimigos no combates... fico sempre "arrepiado e emocionado" com a trilha que envolve Skyrim.

Desse modo, a Bethesda Studios tem vários méritos, mais uma vez, por criarem esta remasterização, concedendo outra vida ao jogo. Conseguiu criar um título que exprime muito do que representa a franquia, trazendo com maestria muito de seus elementos centrais, como a distopia desértica, a violência desenfreada e o prazer dos combates entre carros. Este jogo..., com certeza, EU RECOMENDO!!!
Posted November 23, 2016.
Was this review helpful? Yes No Funny
11 people found this review helpful
77.2 hrs on record
As produtoras Avalanche Studios e Warner Bros. Entertainment trazem MAD MAX (o jogo) para os amantes de games. O game chega para nos possibilitar "sair da poltrona" - nos tirar da passividade de assistir um filme e nos dar a oportunidade de interagir com todo o conteúdo disponível no jogo. O Max é um personagem extremamente agressivo, que vai apresentando seu passado subentendido ao longo da aventura. Diante de uma narrativa comum no cinema, são as pessoas em torno do personagem que fazem a história se desenvolver.

O jogo se apoia em dois mecanismos principais: os combates à pé e com o carro. Os veículos ganharam toda a atenção/apresentção diante de uma "Terra Devastada" - a dirigibilidade é divertida, responsiva e, principalmente, muito agressiva. Os carros aceleram em mudam de direção em um estilo arcade que facilita muito as colisões e combates. "Brilhante" mesmo, são os momentos que dirigimos os ataques aos comboios de suprimentos: um misto de combate e perseguição pela Terra Devastada..., onde os investimentos na melhoria do carro fazem a diferença. É preciso se livrar de vários carros defendendo a valiosa carga, e cada parte do carro reforçada faz a diferença.

A jogabilidade dos combates corpo-a-corpo, lembram o estilo "Terra-Média: Sombras de Mordor" e a série "Batman: Arkham", sendo que bater e contra-atacar, e até mesmo rolar para se esquivar de algum inimigo mais enfurecido, são as grandes variações estratégias de combate. É possível pegar armas, explodir objetos ou usar armas de fogo, mas em geral os combates à pé são emocionantes.

O game é indiscutivelmente bonito. As paisagens desérticas são amplas e trazem um visual excelente, garantindo a imersividade graças à excelente interação com elementos como a areia e principalmente a destrutividade de elementos como pedras e ruínas. Nos cenários mais fechados, como bases ou antigas construções, inúmeros detalhes, com muitas paredes rachadas, infiltrações e metal enferrujado para todo o lado. Todo o ambiente apresentado é INACREDITÁVEL...
A modelagem dos personagens também são "um show aparte", com designs caprichados nas roupas e acessórios. Ou seja: está perfeito.

O áudio não aposta pesado nas trilhas musicais, deixando por conta do próprio ambiente a sonoplastia. Isso significa muito som de vento no deserto, de goteiras nas construções e gritaria dos inimigos no combate.

Desse modo, a Avalanche Studios tem vários méritos neste game. Conseguiu criar um título que exprime muito do que representa a franquia, trazendo com maestria muito de seus elementos centrais, como a distopia desértica, a violência desenfreada e o prazer dos combates entre carros. Este jogo..., com certeza, EU RECOMENDO!!!
Posted September 29, 2016.
Was this review helpful? Yes No Funny
34 people found this review helpful
3 people found this review funny
0.0 hrs on record
EURO TRUCK SIMULATOR 2 (ETS2), ganha sua segunda expansão territorial: SCANDINAVIA.

Desta vez, dirija em direção ao norte europeu. São três novos países..., Noruega, Suécia e Dinamarca - 20 novas cidades, incluindo: Estocolmo, Oslo, Bergen, e muitas outras.

Novas cargas e variedade de missões de entregas, e muito mais paisagens. A SCS Software tem dedicado muito tempo e atenção para recriar pontos turísticos por todo mapa disponível, a fim de tornar os cenários mais vibrantes e realistas. Locais exclusivos, como as fábricas da Scania e Volvo, esperam por você. Além de conhecer de perto o lugar das fábricas - que ficam na Suécia; também é possível levar cargas com peças para as linhas de montagem e sair de lá carregando caminhões novos, para as concessionárias das marcas.

Esta DLC... eu RECOMENDO!!
Posted May 10, 2015.
Was this review helpful? Yes No Funny
16 people found this review helpful
1 person found this review funny
0.0 hrs on record
O melhor simulador de 2012: EURO TRUCK SIMULATOR 2, ganha primeira expansão: GOING EAST.

Dirija em direção ao leste europeu nesta expansão para o ETS 2. Novas cargas, cidades e uma variedade de missões de entregas em quatro países novos..., incluindo República Checa, Polônia, Eslováquia e Hungria.

Aprecie paisagens deslumbrantes, das novas redes rodoviárias, teste a sua resistência - do norte da Inglaterra até os confins da Polônia ou a outros extremos.

-13 novas cidades;
-Adição e ampliação de mapas - Milhares de quilômetros de estradas reais, com monumentos e construções famosas;
-Extensa nova rede rodoviária;
-Transporte uma enorme variedade de cargas em mais de 60 cidades européias;
-Personalize o seu caminhão e sintonize o seu desempenho com os novos motores, kits de carroceria e muito mais!
-Dirija caminhões licenciados a partir de uma seleção de diferentes fabricantes.

Esta DLC... eu RECOMENDO!!
Posted May 10, 2015.
Was this review helpful? Yes No Funny
45 people found this review helpful
3 people found this review funny
4,200.1 hrs on record
Grand Theft Auto V (GTA V) foi um dos jogos mais esperados dos últimos anos. A Rockstar Games, reuniu toda a experiência adquirida com os títulos anteriores para criar o mundo: mais realista possível - o mais vivo e dinâmico que vimos até hoje. O mapa do jogo é tão grande quanto os de San Andreas, GTA IV ... Além disso, criar um modo história (carreira) com 3 personagens jogáveis, como também, um modo on-line, com as mesmas dimensões e critérios..., é no mínimo audacioso.

Impressionante!! Esta é a palavra que define o jogo!! Gráficos, jogabilidade, conteúdo, dinâmica nas ações, músicas e efeitos sonoros..., e um modo on-line nunca antes visto...
Mas, O que a Rockstar faz incrivelmente bem é dar a sensação de que a cidade está VIVA. Há diversos jogos em mundo aberto, mas muitos falham miseravelmente neste aspecto e se prestarmos a atenção, verificamos que é como estar no meio de um "deserto". Em Grand Theft Auto V não é assim. Explorar Los Santos vale a pena. A caminhar pela cidade encontramos sempre situações ou falas das personagens fascinantes - o cuidado com os pormenores é minuciosa.

Outra novidade trazida pela produtora, foi um modo na primeira pessoa, inédito em GTA. Para implementar esta nova perspetiva a Rockstar teve que criar novas animações e re-trabalhar o interior dos carros. O resultado é grandioso..., há situações em que a nova perspetiva funciona melhor. Uma delas é na condução - para aqueles que gostam de estar ligadoa ao volante.

Tal como o resto do jogo, o modo online de Grand Theft Auto V possibilita jogar com outros jogadores no modo livre, isto é, navegando sem limites pela cidade, ou em vários tipos de missões - corridas, deathmatches, saltos de paraquedas, missões cooperativas e outro tipo de atividades... A diversidade de tarefas emociona, principalmente se levarmos em conta que os jogadores podem criar as suas próprias atividades e partilhá-las com a comunidade no modo de edição.

O modo online também possibilita aspectos únicos. Com o dinheiro ganho podemos comprar uma casa, carro, roupas - que personalizam o personagem, e outras coisas que servem para mostrar aos outros jogadores e amigos o nosso estatuto social riqueza no mundo online. E mesmo enfrentando longos tempos de loading, um problema que parece já existia na versão PlayStation 3 (informações colhidas via net), para se acessar uma missão, ou mesmo atividade do personagem..., NÂO atrapalha em nada a jogabilidade ou dinâmica apresentada.

Bem... como sou fâ da série..., sou mais que "suspeito" ao dizer: este jogo... eu RECOMENDO!!!


PS:. Nos próximos dias pretendo criar um novo grupo - Grand Theft Auto V - Brasil; voltado em apresentar dicas e trocar informações interessantes, criar grupos de ações para golpes e missões táticas..., além de promover outras interações aos participantes do Grupo... Estaremos funcionando em breve!!
Posted April 29, 2015.
Was this review helpful? Yes No Funny
13 people found this review helpful
1.9 hrs on record
O que você faria se descobrisse que possui o poder de voltar no tempo? E se você deixasse de ser alguém comum e para tornar-se uma pessoa especial? Está é a proposta da produtora Dontnod Entertainment, desenvolvedora de Remember Me, junto com a Square Enix nos trazerem "Life is Strange", um jogo episódico com uma alta carga dramática e personagens interessantes, aliado a uma história enigmática, com temas como drogas, assassinatos, família, amizade, desaparecimentos e traição.

Life is Strange é um "adventure" dividido em 5 episódios. Baseado na ideia de “escolha e consequência”, cada ação tomada poderá ter implicações futuras.

A vida é mesmo estranha e para Maxine Caulfield, uma jovem fascinada por câmeras fotográficas analógicas que retorna de Seattle para sua cidade natal, em Oregon, para cursar fotografia em uma prestigiada universidade, a vida se tornará mais estranha ainda... Após um acontecimento totalmente estranho, onde ela vê um tornado imenso perto da cidade, Max percebe que possui a habilidade de voltar no tempo e com isso passa a ter uma grande dúvida em sua cabeça: o que isso quer dizer e porque ela possui esta habilidade?

O Game deixa tudo na mão do jogador, já que é possível vivenciar cada uma das decisões e tentar medir quais consequências teremos conforme o desenrolar de cada ação. Ou seja, você pode escolher falar ou não falar a verdade para alguém, ver a reação da pessoa e voltar no tempo para fazer diferente. O efeito que cada decisão vai lhe trazer no futuro sempre será um mistério de toda forma e com certeza teremos uma maior noção disso nos episódios seguintes.
Essa é uma das qualidades de Life is Strange: a forma natural como suas ações impactam no desenrolar da história a curto e longo prazo, de forma orgânica, sem que haja um caminho correto ou apenas bom. Quase todas as ações ou abstinência delas (inadvertidas ou não) impactam a trama em menor ou maior escala, e o jogo faz questão de te lembrar disso...

Cenários incríveis dotados de uma espantosa iluminação, finalizada com um laço de "Teen 'tude", um motor gráfico que vai mesmo espantar alguns jogadores com a sua mistura de real com cartoon - que pode ser simples mas a sua mecânica de recuar no tempo e os seus visuais criam uma personalidade altamente única - é o que temos aqui e será surpreendente para alguns a forma como o jogo nos poderá agarrar.
No todo, o componente visual se assemelha a uma aguarela em movimento, belo e fluído, com ocasionais excepções mas que tecnicamente poderia desfrutar de melhorias e optimizações.

Um detalhe lamentável, é a total falta de sincronismo labial dos personagens – as animações próximas parecem bonecos sem vida em diálogos lotados de emoção. Satisfatoriamente, a interpretação e as dublagens (em inglês) são excelentes e acabam "equilibrando", porém é lamentável ver um jogo focado na narrativa e nos diálogos sem um sincronismo labial ao menos aceitável e muito menos expressões faciais decentes.

Em contrapartida, o som de Life is Strange é algo memorável, com músicas cantadas inseridas em momentos chave e que combinam muito bem com cada situação, além do som ambiente, sempre condizente com o que estamos vendo na tela. Um trabalho sonoro impecável... excelente, no mínimo.

Embora Life is Strange possa soar, por ora, um pouco lento ou sereno demais..., acresdito que ao menos em seu 1º episódio, a Dontnod Entertainment conseguiu conquistar um fã, ou vários... Diante da preocupação de pintar um delicado e interessante cenário de drama adolescente com toques de "thriller sobrenatural" – que talvez estejam reservadas para os episódios seguintes, dado os ganchos dramáticos de seu final. Este título... eu RECOMENDO!!!
Posted March 26, 2015.
Was this review helpful? Yes No Funny
11 people found this review helpful
12.6 hrs on record
A Gearbox Software resolveu criar um jogo totalmente inédito. O resultado é o interessante Borderlands, um jogo de tiro em primeira pessoa com generosas doses de RPG - jogo interessante e difícil de ser classificado como um único gênero. Nele encontramos boas sequências de ação com tiroteios em primeira pessoa, mas também mecânicas mais profundas de RPG (desenvolvimento de personagem com experiência e skills). Mas independente do estilo do jogo, seu ponto forte está nas armas. São literalmente milhares de armas diferentes, tanto em modelo (rifles, espingardas, pistolas, etc) quanto em status (ataques elementais, dano, fire rate, precisão, etc) - com evolução em árvore de "skills" e um "loot fest" que deixa qualquer fanático por esse estilo com água na boca.

A abertura do game nos joga de cabeça no planeta de "Pandora" e com uma apresentação estilizada das classes de personagens damos nosso primeiro passo em busca do mito do Vault, um local repleto de tecnologia alienígena, e a opção de escolher entre 4 classes de personagens: O Soldier (Soldado), O Hunter (Caçador), A Siren única mulher do jogo - especializada em combate a média distância/prevenção de dano, e o O Brick grande e forte - ótimo em combates corpo-a-corpo/absorção de dano.

O visual/gráficos de Borderlands é fabuloso. Tudo é renderizado em "cel-shaded" - rumaram para algo mais cartunesco, com personagens de roupas coloridas, acessórios extravagantes e comportamento estonteante - tem aquela sensação de desenhado animado - a mão lembrando um pouco o jogo "Prince of Persia". Tanto os personagens quanto os cenários são bem feitos e detalhados.
O som, com exceção da música na abertura do jogo, não possui nada de memorável, porém é competente ao que se propõe.

Paralelamente, uma opção muito bem vinda em Borderlands é a possibilidade multiplayer. É possível jogar com até mais 3 pessoas e fazer "quests" - juntos ou simplesmente testar quem é o mais forte na arena. o multiplayer é muito divertido e deixa o jogo mais empolgante e difícil - já que o número e nível dos inimigos aumentam de acordo com a quantidade e nível dos jogadores.
Mas lembre-se: ... Borderlands é um jogo onde o objetivo é conseguir armas cada vez melhores porém, estas são deixadas para trás por inimigos e no calor da batalha, as coisas acontecem no esquema "achado não é roubado"..., então é sempre melhor jogar com amigos que estão dispostos a ajudar uns aos outros.

Este jogo me surpreendeu muito! Uma aquisição tardia..., mas muito bem vinda em minha biblioteca. Eu RECOMENDO... vale muito a pena!
Posted March 26, 2015.
Was this review helpful? Yes No Funny
< 1  2  3  4  5  6 >
Showing 1-10 of 53 entries